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NOSSA VISÃO – 15/07/2019

Retrospectiva

Com um placar muito acima do esperado (setenta e um votos acima do necessário) foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em primeiro turno, o texto base da reforma da Previdência. A votação em segundo turno irá ocorrer no retorno do recesso parlamentar.

Cinco dos destaques foram aprovados, sendo que o texto voltou à comissão especial da casa, quando foi consolidado e também aprovado. Estima-se ao redor de 850 bilhões a economia que a reforma deverá produzir nas contas públicas nos próximos dez anos.

Em relação à economia internacional, a zona do euro, de acordo com o FMI, deverá ter crescimento econômico fraco neste ano, por conta dos crescentes riscos devido às tensões comerciais, ao Brexit e à vulnerabilidade da Itália.

Nos EUA, a inflação do consumidor foi de apenas 0,1% em junho, mas o núcleo teve variação de 0,3%, contra 0,1% que era esperado. O preço dos aluguéis, vestuário e veículos usados se fortaleceram no mês, ajudando a compensar a fraqueza nos preços dos alimentos e da energia.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi mais de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 1,95% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 0,62%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana subiu 0,78%, mas o Nikkey 225, da bolsa japonesa caiu 0,28%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S acelerou para 0,05% na primeira quadrissemana de em julho, depois de ter caído 0,02% no mês anterior. Já o IGP-M subiu 0,40% na primeira prévia, depois de ter subido 0,73% no mês anterior.

Quanto ao IPCA, a queda nos preços dos alimentos e combustíveis fez a inflação de junho ser a menor do ano. A alta foi de apenas 0,01%, abaixo ainda do 0,12% registrado em maio. No primeiro semestre a inflação brasileira foi de 2,23% e de 3,37% em doze meses. Já o INPC também subiu 0,01% em junho, 2,45% no ano e 3,31% em doze meses.

Conforme o IBGE, as vendas do comércio varejista caíram 0,1% em maio, frente a abril, mas na comparação com 2018 tiveram alta de 1%.

Para a bolsa brasileira, a semana foi de ligeira baixa. O Ibovespa caiu 0,18%, reduzindo a variação acumulada no ano para 18,23% e a de doze meses para 35,66%. O dólar, por sua vez, caiu 1,97% na semana e o IMA-B Total subiu 0,67%.

Relatório Focus

No Relatório Focus de 12 de julho, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,82% em 2019, frente a 3,80% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 3,90%, contra 3,91% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 5,50%, como na pesquisa anterior e em 2020 em 6,00%, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 0,81%, frente a 0,82% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,10%, frente a 2,20% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,80 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, também como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 85 bilhões em 2019, como na última pesquisa e de US$ 85,56 bilhões em 2020, frente a US$ 84,68 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da inflação do consumidor em junho.

Nos EUA, teremos a divulgação das vendas no varejo e da produção industrial em junho, bem como do Livro Bege.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação e IBC-Br de maio.

No exterior, o Livro Bege nos dará uma ideia sobre o andamento da economia norte americana em maio-junho e no Brasil, com o recesso parlamentar o foco do mercado estará em novas medidas que o governo prepara.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices de longo prazo (especificamente o IMA-B Total) passamos agora a recomendar uma exposição de 10%.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) reduzimos a recomendação para uma exposição de 25% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 10%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –12/07/19

Índices de Referência –Junho/2019

NOSSA VISÃO – 01/07/2019

Retrospectiva

Sem dúvida, a grande notícia da semana que passou foi a conclusão do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Tendo sido iniciadas há 20 anos, as negociações foram interrompidas em 2004 e relançadas em 2010, até que na última sexta-feira foi concluída a parte comercial do acordo, que eliminará as tarifas de importação de mais de 90% dos produtos negociados entre os dois blocos.

Assim, os países do Mercosul e da União Europeia formarão uma das maiores áreas de livre comércio do mundo. Juntos os dois blocos representam cerca de 25% da economia mundial e um mercado de 780 milhões de pessoas.

Para o Brasil, segundo estimativa do Ministério da Economia, o acordo poderá gerar aumento do PIB de até R$ 125 bilhões em quinze anos e considera a redução das barreiras não-tarifárias e o incremento esperado na produtividade total dos fatores de produção. O presidente espera que o Congresso brasileiro seja um dos primeiros a aprovar o acordo.

Quanto à reforma da Previdência, a Câmara dos Deputados cancelou a reunião da comissão especial agendada para a última quinta-feira, em que o relator iria apresentar nova versão da proposta. Nesta segunda-feira o partido do presidente irá decidir se vai ou não apresentar destaques na votação do relatório, que deverá ser apresentado pelo relator no dia seguinte.

Em relação à economia internacional, merece destaque a reunião do G-20 realizada neste último final de semana, sendo que o principal fato acabou sendo o encontro entre o presidente americano e o chinês, em que uma nova trégua na guerra comercial entre os dois países foi anunciada, permitindo a retomada das negociações.

Na zona do euro, a estimativa inicial da agência Eurostat apontou que a inflação anual do consumidor em junho foi de 1,2%, a mesma do mês de maio, resultado que continua muito abaixo da meta de 2% do BCE.

Nos EUA, de acordo com a última estimativa, o PIB do primeiro trimestre de 2019 cresceu a uma taxa anual de 3,1%, com as despesas dos consumidores, que representa dois terços da atividade econômica do país crescendo 0,5%, o menor aumento do último ano.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi mais de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 1,70% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 0,24%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana recuou 0,29% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa avançou 2,22%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S teve deflação de 0,02% em junho, depois de ter subido 0,22% em maio. Já o IGP-M acelerou para 0,80% em junho, depois de ter subido 0,45% no mês anterior.

Quanto ao IPCA-15, a alta de 0,06% em junho foi a mais baixa para o mês desde o ano de 2006, quando recuou 0,15%. No acumulado de doze meses a desaceleração foi 4,93% até maio, para 3,84% até junho.

Conforme o IBGE, a taxa de desemprego no Brasil foi de 12,3% no trimestre encerrado em maio, abaixo dos 12,4% do trimestre encerrado em abril. O número de desempregados era de 12,98 milhões de pessoas.

Em relação a ata da última reunião do Copom, foi reforçada a ideia de que a inflação pode ficar em torno da meta neste ano, em um cenário de taxa básica de juros mais baixa que os atuais 6,50% ao ano.

Para a bolsa brasileira, a semana foi de baixa. O Ibovespa caiu 1,03%, reduzindo a variação acumulada no ano para 14,88% e a de doze meses para 38,76%. O dólar, por sua vez, subiu 1,01% na semana e o IMA-B Total subiu 0,75%.

Relatório Focus

No Relatório Focus de 28 de junho, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,80% em 2019, frente a 3,82% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 3,91%, contra 3,95% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 5,50%, frente a 5,75% na pesquisa anterior e em 2020 em 6,00%, frente a 6,50% na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 0,85%, frente a 0,87% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,20%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,80 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, também como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 85 bilhões em 2019, como na última pesquisa e de US$ 84,36 bilhões em 2020, frente a US$ 84,28 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da taxa de desemprego e das vendas no varejo em maio.

Nos EUA, teremos a divulgação das encomendas à indústria em maio e da taxa de taxa de desemprego e criação de vagas de trabalho não rural em junho.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação e a produção industrial em maio.

No exterior, em semana com feriado nos EUA, o relatório sobre o mercado de trabalho norte-americano é o dado mais importante. No Brasil o foco do mercado estará no avanço da proposta de reforma da Previdência.

Importante destacarmos a realização de nosso Comitê de Investimento na semana que passou. Em nossas análises enxergamos o cenário internacional mais tranquilo, principalmente no que diz respeito aos impactos de uma guerra comercial EUA x China. Considerados os fundamentos macroeconômicos, continuou prevalecendo uma inflação do consumidor muito baixa nos países desenvolvidos, o que pode até possibilitar a queda dos juros norte-americanos e da zona do euro, caso a atividade econômica fraqueje.

No Brasil, tem sido indiscutível a solidez do balanço dos pagamentos no aspecto internacional por um lado, bem como a baixa inflação em uma economia ainda fragilizada por outro lado. Não foi à toa que depois de um longo período estimando a taxa Selic em 6,50% no final deste ano, o mercado, através da Pesquisa Focus houve por bem reduzir essa estimativa para 5,50% no último relatório, o que possibilita quedas adicionais das taxas de juros praticadas nos mercados.  Há que se considerar também o otimismo com o avanço das reformas.

Assim, em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices de longo prazo (especificamente o IMA-B Total) passamos agora a recomendar uma exposição de 10%.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) reduzimos a recomendação para uma exposição de 25% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação agora sugerida é de 10%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –28/06/19

Índices de Referência –Maio/2019

NOSSA VISÃO – 24/06/2019

Retrospectiva

Um dia antes que se iniciasse o fim de semana mais longo, na semana que passou, tanto o banco central norte-americano, quanto o brasileiro, deram motivos para que a bolsa tivesse uma boa alta e os juros de mercado uma boa queda em ambos os mercados financeiros.

Nos EUA o FED manteve a taxa básica de juros na faixa entre 2,25% e 2,50% ao ano, mas sinalizou a possibilidade de cortes futuros ainda este ano e prometeu agir para sustentar o crescimento econômico.  Os rendimentos dos títulos do tesouro americano caíram abaixo de 2% ao ano, fato que não ocorria desde 2016 e os índices das bolsas atingiram níveis recorde.

No Brasil, o Banco Central manteve a taxa Selic em 6,50% pela décima vez seguida, mas sugeriu que há espaço para a queda dos juros desde que a aprovação da reforma da previdência evolua de forma concreta. Paralelamente, o grupo de economistas que mais acertaram as previsões contidas na Pesquisa Focus, o chamado Top 5, com a inflação baixa e a atividade econômica muito fraca passou a ver a taxa básica mais baixa tanto neste ano, quanto no próximo.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, após revisão foi confirmada a desaceleração da inflação anual do consumidor em 1,2% no mês de maio, resultado muito abaixo da meta de 2% do BCE.

Nos EUA, como dissemos, o comitê de política monetária do FED manteve a taxa básica de juros inalterada.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi novamente de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 2,01% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 0,84%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana avançou 2,20% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 0,67%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S teve deflação de 0,05% na terceira quadrissemana de junho, depois de ter subido 0,04% na segunda. Já o IGP-M acelerou um pouco mais a alta a 0,75% na segunda prévia de junho, depois de ter subido 0,73% no mesmo período do mês anterior.

Para a bolsa brasileira, foi também outra semana de alta. O Ibovespa subiu 4,05%, atingindo nova pontuação recorde em termos nominais. No ano a variação positiva é de 16,07% e em doze meses de 44,41%. O dólar, por sua vez, caiu 1,44% na semana e o IMA-B Total subiu 1,67%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 21 de junho, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,82% em 2019, frente a 3,84% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 3,95%, contra 4,00% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 5,75%, como na pesquisa anterior e em 2020 em 6,50%, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 0,87%, frente a 0,93% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,20%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,80 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, também como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 85 bilhões em 2019, frente a US$ 84,30 bilhões na última pesquisa e de US$ 84,28 bilhões em 2020, frente a US$ 84,36 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da estimativa da inflação do consumidor em junho.

Nos EUA, teremos a divulgação de nova estimativa do PIB do primeiro trimestre de 2019 e dos pedidos de bens duráveis em maio.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação, inclusive do IPCA 15, bem como a ata da última reunião do Copom e da taxa de desemprego em maio.

No exterior, a confirmação do PIB do primeiro trimestre do ano dos EUA e no Brasil a última apuração da taxa de desemprego são os eventos mais importantes.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –21/06/19

Índices de Referência –Maio/2019

NOSSA VISÃO – 17/06/2019

Retrospectiva

No início da semana que passou o Congresso Nacional, em sessão conjunta, finalmente aprovou o projeto que autoriza operações de 248,9 bilhões de reais em créditos fora da regra de ouro, o que garante o pagamento dos gastos da União.

Dois dias depois, foi apresentada pelo relator da proposta, deputado Samuel Moreira, nova versão da reforma da Previdência que prevê uma economia de R$ 913,4 bilhões em dez anos. O novo texto retirou os pontos mais polêmicos e incluiu aumento de imposto para os bancos. Quanto aos estados e municípios, excluídos da proposta, o relator disse que tentará recoloca-los na reforma. O presidente da Câmara dos Deputados disse acreditar que o projeto pode ser votado ainda antes do recesso que se inicia em 18 de julho.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a produção industrial caiu 0,5% em abril, frente a março, sobretudo por conta do forte declínio na Alemanha. Na comparação anual a queda foi de 0,4%.

Nos EUA, o índice de preços ao consumidor, CPI, subiu apenas 0,1% em maio, comparado a abril, em linha com as expectativas. Na comparação anual o avanço foi de 1,8%.

Ainda em maio, as vendas no varejo norte-americano subiram 0,5%, frente a abril, quando a previsão era de alta de 0,6%. Já a produção industrial, subiu 0,4% também frente a abril, quando os analistas esperavam alta de apenas 0,1%.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 0,42% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 0,19%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana avançou 0,47% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 1,11%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S desacelerou ainda mais e reduziu sua alta a 0,04% na segunda quadrissemana de junho, depois de ter subido 0,12% na primeira. Já o IGP-M acelerou a alta a 0,73% na primeira prévia de junho, depois de ter subido 0,58% no mesmo período do mês anterior.

Conforme o IBGE, o setor de serviços cresceu 0,3% em abril, frente a março e teve a primeira alta no ano. Em relação a 2018 houve recuo de 0,7%. As vendas varejistas, por sua vez, caíram 0,6% também em abril frente março, mas tiveram alta de 1,7% frente ao ano anterior.

Após recuar 0,30% em março, o IBC-Br, índice de atividade econômica do Banco Central, teve nova baixa em abril ao recuar 0,47% em relação ao mês anterior. Na comparação anual  recuo a queda foi de 0,62%.

Para a bolsa brasileira, foi outra semana de alta. O Ibovespa subiu 0,22% nesse período. No ano a variação positiva é de 11,55% e em doze meses de 38,56%. O dólar, por sua vez, subiu 0,63% na semana e o IMA-B Total subiu 0,42%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 14 de junho, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,84% em 2019, frente a 3,89% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 5,75%, frente a 6,50 nas últimas 29 pesquisa anteriores e em 2020 em 6,50%, frente a 7,00% na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 0,93%, frente a 1,00% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,20%, frente a 2,23% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,80 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, também como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 84,30 bilhões em 2019, frente a US$ 83,60 bilhões na última pesquisa e de US$ 84,36 bilhões em 2020, como na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da última apuração da inflação do consumidor em maio.

Nos EUA, teremos nova reunião do comitê de política monetária do FED.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação e teremos nova reunião do Copom, em semana de feriado.

No exterior teremos, nos EUA, nova reunião do FED, sendo que a manutenção da taxa básica no intervalo entre 2,25% e 2,50% é o resultado mais provável. No Brasil, haverá nova reunião do Copom, em um momento em que o corte da taxa Selic em 2019 tornou-se cenário predominante para os analistas.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –14/06/19

Índices de Referência –Maio/2019

NOSSA VISÃO – 10/06/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a inflação do consumidor desacelerou de 1,7% em abril, para 1,2% em maio. Foi mais que o esperado e aumentou a preocupação do BCE com a saúde da economia da região.

Em relação ao PIB da região no primeiro trimestre de ano, nova revisão apontou crescimento de 0,4% frente ao trimestre anterior e de 1,2% na comparação anual. Já a taxa de desemprego, que era de 7,7% em março, caiu para 7,6% em abril, o menor nível desde agosto de 2008.

Em nova reunião de política monetária, o BCE manteve em 0% a taxa de refinanciamento e em -0,4% a taxa de depósito. Após a reunião, houve declaração de que os juros podem permanecer no atual patamar até meados de 2020.

E finalmente, as vendas no varejo na zona do euro tiveram queda de 0,4% em abril, após terem permanecido estáveis no mês anterior.

Nos EUA, as encomendas à indústria caíram 0,8% em abril, pressionadas pela demanda fraca por equipamentos de transporte, computadores, eletrônicos e metais primários. A criação de novas vagas de trabalho não agrícola, por sua vez, desacelerou com força em maio, quando apenas 75 mil foram criadas, quando a expectativa era de 180 mil.

Quanto ao Livro Bege, o banco central norte-americano disse que suas pesquisas de contatos com empresários apontaram uma ligeira melhora no crescimento econômico, descrito como modesto no período de abril até meados de maio.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de recuperações. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 2,72% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 2,38%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana avançou 4,41% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 1,38%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S desacelerou de 0,22% de alta na última quadrissemana de maio, para 0,12% na primeira de junho. Já o IPCA de maio foi de 0,13% depois de registrar 0,57% em abril. Foi o menor nível para um mês de maio em treze anos. No ano a alta acumulada é de 2,22% e de 4,66% em doze meses.

Quanto ao INPC, a alta de maio foi de 0,15%, ante 0,60% em abril. No ano o índice acumulou alta de 2,44% e de 4,78% em doze meses.

Conforme o IBGE, a produção industrial brasileira subiu 0,3% em abril, frente a março, resultado que veio abaixo das expectativas.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de alta. O Ibovespa subiu 0,82% nesse período. No ano a variação positiva é de 11,30% e em doze meses de 34,11%. O dólar, por sua vez, caiu 2,12% na semana e o IMA-B Total subiu 0,86%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 07 de junho, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,89% em 2019, frente a 4,03% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,00%, frente a 7,25% na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,00%, frente a 1,13% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,23%, frente a 2,50% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,80 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, também como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 83,60 bilhões em 2019, frente a US$ 82,65 bilhões na última pesquisa e de US$ 84,36 bilhões em 2020, como na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da produção industrial em abril.

Nos EUA, teremos a divulgação da inflação do consumidor, das vendas no varejo e da produção industrial em maio.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação, as vendas no varejo e o IBC-Br em abril.

No exterior teremos uma agenda mais tranquila, em que a principal divulgação é a da inflação do consumidor americano.  No Brasil, o evento econômico mais importante da semana será o IBC-Br de abril, considerado uma prévia do PIB. Em relação à reforma da Previdência, o relator na Câmara, Samuel Moreira, afirmou que irá fazer novas alterações em seu parecer e, por isso, adiará a apresentação de seu texto do início da semana para quinta-feira.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –07/06/19

Índices de Referência –Maio/2019

NOSSA VISÃO – 03/06/2019

Retrospectiva

Para os mercados financeiros, local e internacional, o mês de junho se inicia repleto de expectativas, tanto positivas, quanto negativas. Que possa se repetir a alta volatilidade ocorrida no mês de maio é uma delas.

No exterior, nesse mês, as bolsas tiveram fortes quedas, juntamente com os preços de importantes commodities e os juros de títulos soberanos alcançaram novas mínimas. A disputa comercial entre EUA e China atingiu temperatura bem mais elevada com a imposição adicional de tarifas comerciais e declarações com novas ameaças de retaliação. O clima de aversão ao risco cresceu e provou forte demanda por títulos de baixíssimo risco e perdas principalmente nos ativos e moedas de países emergentes.

Com os ativos brasileiros não foi bem assim. Depois de seguidos atritos, o Executivo e o Legislativo firmaram acordo no sentido de aprovar o mais rapidamente possível a reforma da Previdência, o que foi suficiente para provocar forte alta das bolsas e baixa dos juros e do dólar.  Adicionalmente, no aspecto econômico, a divulgação da queda do PIB do primeiro trimestre de 2019 reforçou as apostas de uma possível redução da taxa Selic para compensar.

Nesse aspecto, o presidente do Banco Central prontamente declarou que o BC não quer cair na tentação de tolerar inflação mais alta em troca de crescimento econômico. E no aspecto político, o relator da reforma da Previdência terminou a semana que passou admitindo a congressistas mais próximos a exclusão da mudança nas regras de aposentadoria dos servidores estaduais e municipais da reforma a ser aprovada, o que, segundo ele próprio seria muito grave. Enfim, ainda temos pela frente inúmeras incertezas.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a confiança do consumidor na atividade econômica melhorou ligeiramente em maio, frente a abril, ao registrar -6,8 pontos contra -7,3 pontos.

Nos EUA, o Departamento do  Comércio divulgou nova estimativa do PIB do primeiro trimestre de 2019, que cresceu 3,1% em taxa anualizada, ligeiramente abaixo da expectativa dos economistas que era de um avanço de 3,2%.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi novamente de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 2,37% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 1,59%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana recuou 2,62% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 2,44%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S fechou maio com alta de 0,22%, depois de ter registrado alta de 0,63% em abril. O IGP-M, por sua vez, depois de ter registrado alta de 0,92% em abril, desacelerou para 0,45% de alta em maio.

Segundo o IBGE o PIB do Brasil recuou 0,2% no primeiro trimestre de 2019, em relação ao trimestre anterior. Foi a primeira queda desde o quarto trimestre de 2016. O setor agropecuário recuou 0,5%, o industrial 0,7% e os de serviços cresceu 0,2%.

Também conforme o IBGE, o índice de desemprego recuou de 12,7% no trimestre encerrado em março, para 12,5% no encerrado em abril. Cerca de 13,2 mihões de trabalhadores estavam sem emprego.

Para a bolsa brasileira, a semana continuou sendo de recuperação. O Ibovespa subiu 3,63% nesse período. No ano a variação positiva é de 10,40% e em doze meses de 25,62%. O dólar, por sua vez, caiu 2,27% na semana e o IMA-B Total subiu 2,07%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 31 de maio, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,03% em 2019, frente a 4,07% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,25%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,13%, frente a 1,23% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,80 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, também como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 82,65 bilhões em 2019, frente a US$ 83,29 bilhões na última pesquisa e de US$ 84,36 bilhões em 2020, como na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da inflação do consumidor em maio, da taxa de desemprego e das vendas no varejo em abril, além de nova estimativa do PIB do primeiro trimestre de 2019 e da realização de nova reunião de política monetária do BCE.

Nos EUA, teremos a divulgação das encomendas à indústria em abril, do Livro Bege e da taxa de desemprego em maio.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação, o IPCA de maio e a produção industrial em abril.

No exterior teremos uma agenda densa, em que o principal evento é a reunião do BCE em que novas medidas de estimulo à economia da zona do euro podem ser discutidas.  No Brasil, o evento econômico mais importante da semana será a divulgação do IPCA de maio. Em relação à reforma da Previdência o ministro Paulo Guedes irá comparecer novamente à Câmara dos Deputados, desta feita na Comissão de Finanças e Tributação após convocação de seus membros. E no STF os ministros deverão decidir se o governo precisa de autorização do Congresso Nacional para privatizar empresas públicas, parte importante do chamado ajuste fiscal.

Acabou sendo excelente o desempenho do IMA-B de longo e longuíssimo prazo no mês de maio e também tem sido no acumulado deste ano. Apesar disso, a alocação que temos sugerido aos nossos clientes já há algum tempo, continuou não contemplando diretamente esses prazos.

Por que razão?

Através dos últimos vinte e oito Relatórios Focus, divulgados semanalmente pelo Banco Central, soubemos que a média dos economistas que militam no mercado financeiro estima que a taxa Selic esteja em 6,50% ao ano, o mesmo patamar de hoje, no final de 2019. Mesmo assim, as taxas praticadas no mercado de títulos públicos prefixados e indexados ao IPCA, não pararam de cair desde um pouco antes das últimas eleições presidenciais, embaladas, sobretudo pelas expectativas de reformas econômicas que conduzam o país ao sonhado equilíbrio fiscal.

Como empresa de consultoria voltada para os RPPS, por um lado, sempre fizemos as nossas sugestões aos clientes baseados exclusivamente em indicadores macroeconômicos e as expectativas deles decorrentes. Por outro lado, também sempre levamos em conta que o processo decisório de investimento e desinvestimento em quase a totalidade dos RPPS  tem ritmo próprio e diferente do dos mercados, representando um importante fator de risco adicional em conjunturas como a atual.  Na medida em que as expectativas favoráveis ao avanço da reforma da Previdência têm produzido importantes ganhos na precificação dos títulos públicos citados, entraves a esse andamento já tiveram e podem novamente ter efeitos totalmente contrários. No campo das apostas tudo é possível e são muito significativos os custos de oportunidade envolvidos.

Assim, alternativamente, desde novembro do ano passado elevamos de 10% para 25% a nossa sugestão de investimento em fundos de investimento em títulos públicos, ativos na administração do duration. Os grandes bancos disponibilizam o produto, sendo que a rentabilidade de alguns se aproxima bastante da do IMA-B. Além disso seus gestores estão aptos a responderem muito mais rapidamente às mudanças de expectativas que vão se forjando no dia a dia dos mercados, principalmente no atual momento em que as reformas estão envolvidas.

Portanto, em relação às aplicações dos RPPS, como dissemos, aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários -31/05/19

Índices de Referência -Abril/2019

NOSSA VISÃO – 27/05/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, o crescimento empresarial acelerou ligeiramente neste mês, mas não tanto quanto o esperado. O PMI composto preliminar  avançou  de 51,5 pontos em abril, para 51,6 pontos em maio.

Nos EUA, na ata da última reunião do FED, logo no início de maio, a autoridade monetária disse pretender deixar as taxas de juros do país no atual patamar de entre 2,25% e 2,50% por algum tempo, mesmo se as condições globais melhorarem.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 1,86% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 0,96%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana recuou 1,17% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 0,63%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S subiu 0,34% na terceira quadrissemana de maio, depois de ter subido 0,42% na segunda. O IPC-Fipe, por sua vez, subiu 0,08% na terceira semana de maio, depois de ter subido 0,15% na segunda. E o IPCA-15 de maio, ao subir 0,35% teve a maior alta para p mês desde 2016. Os grupos saúde e transportes tiveram os maiores impactos na alta.

Para a bolsa brasileira, acabou sendo uma semana de boa recuperação. O Ibovespa subiu 4,04% nesse período. No ano a variação positiva é de 6,53% e em doze meses de 18,67%. O dólar, por sua vez, caiu 1,28% na semana e o IMA-B Total subiu 1,08%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 24 de maio, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,07% em 2019, como na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,25%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,23%, frente a 1,24% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,80 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, também como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 83,29 bilhões em 2019, frente a US$ 82 bilhões na última pesquisa e de US$ 84,36 bilhões em 2020, frente a US$ 82,52 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da confiança do consumidor em maio.

Nos EUA, teremos a divulgação de nova estimativa do PIB do primeiro trimestre de 2019.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação, a taxa de desemprego em abril e o PIB do primeiro trimestre de 2019.

No exterior e no Brasil, o evento mais importante da semana será a divulgação do PIB do primeiro trimestre de 2019.

Em relação às aplicações dos RPPS, aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –24/05/19

Índices de Referência –Abril/2019

NOSSA VISÃO – 20/05/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a produção industrial recuou 0,3% em março, frente a fevereiro e 0,6% na comparação anual, como era previsto pelos analistas. Já a inflação do consumidor em abril foi confirmada em 1,7% na base anual.

Novos dados preliminares do PIB do primeiro trimestre de 2019 foram divulgados pela agência Eurostat. O crescimento de 0,4% da zona do euro, em relação ao trimestre anterior, veio dentro do previsto, sendo que a maior economia da região, a da Alemanha, cresceu também 0,4%.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de quedas e de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 1,49% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 2,02%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana recuou 0,76% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 0,44%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S subiu 0,42% na segunda quadrissemana de maio, depois de ter subido 0,57% na primeira. O IPC-Fipe, por sua vez, subiu 0,15% na segunda semana de maio, depois de ter subido 0,20% na primeira.

Conforme o Banco Central, o IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, caiu 0,28% em março,  ante fevereiro, resultado já esperado. E na ata da última reunião do Copom, também divulgada na semana que passou, o BC revelou o receio de que o PIB brasileiro tenha recuado no primeiro trimestre de 2019 e de que a inflação de doze meses deva atingir um pico no curto prazo.

Para a bolsa brasileira, com as dificuldades no andamento das reformas e o quadro externo, foi também uma nova semana de baixa. O Ibovespa caiu 4,52% nesse período. No ano a variação positiva é de 2,40% e em doze meses de 8,32%. O dólar, por sua vez, subiu 3,20% na semana e o IMA-B Total caiu 0,69%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 17 de maio, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,07% em 2019, frente a 4,04% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,25%, frente a 7,50% na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,24%, frente a 1,45% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,80 no final do ano, frente a R$ 3,75 no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 82 bilhões em 2019, frente a US$ 83,29 bilhões na última pesquisa e de US$ 82,52 bilhões em 2020, frente a US$ 84,36 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação do PMI industrial e o de serviços.

Nos EUA, teremos a divulgação da ata da última reunião do FED.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação.

No exterior, o evento mais importante da semana será a divulgação da ata da última reunião do FED e no Brasil será a do IPCA-15.

Em relação às aplicações dos RPPS, aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –17/05/19

Índices de Referência –Abril/2019

NOSSA VISÃO – 13/05/2019

Retrospectiva

Como o presidente Trump havia anunciado, o aumento tarifário de 10% para 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos importados da China começou a vigorar na última sexta-feira. Em resposta, a China elevará tarifas sobre US$ 60 bilhões em produtos americanos a partir de primeiro de junho. Hoje, Trump declarou que o país asiático não deveria impor retaliações contra produtos americanos ou as coisas apenas ficariam piores.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, as vendas no varejo ficaram estáveis em março em comparação com o mês anterior e avançaram 1,9% na comparação anual. Quanto à ata da última reunião do BCE, a manutenção dos juros nos patamares atuais deverá prosseguir, pelo menos até o final do ano.

Nos EUA, a inflação do consumidor em abril foi menor que a prevista, ao registrar aumento de 0,3%, por conta da alta dos preços da gasolina, dos aluguéis e custos com saúde. O índice havia avançado 0,4% em março.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi mais de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 2,84%, o FTSE-100, da bolsa inglesa recuou 2,40%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana 2,18% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 4,11%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S subiu 0,57% na primeira quadrissemana de maio, depois de ter subido 0,63% na última de abril. O IPC-Fipe, por sua vez, subiu 0,20% na primeira semana de maio, depois de ter subido 0,29% em abril. Já o IGP-M avançou 0,58% na primeira prévia de maio, após ter aumentado 0,62% na primeira leitura de abril.

Quanto ao IPCA, a alta de abril foi de 0,57%, depois de ter avançado 0,75% em março. No ano a alta acumulada é de 2,09% e de 4,94% em doze meses. Por sua vez, o INPC de abril subiu 0,60%, ante 0,77% em março. No ano acumulou 2,29% e 5,07% em doze meses.

Conforme o IBGE, as vendas no varejo brasileiro cresceram 0,3% em março, em comparação a fevereiro. Em relação a março de 2018 as vendas de março caíram 4,5%.

Na última quarta-feira, o Copom manteve, pela nona vez seguida, a taxa Selic em 6,5% ao ano. Mostrou-se cauteloso diante da desaceleração da economia e da incerteza sobre as reformas econômicas do governo.

Para a bolsa brasileira, foi também uma semana de baixa. O Ibovespa caiu 1,82% nesse período. No ano a variação positiva é de 7,25% e em doze meses de 10,61%. O dólar, por sua vez, subiu 0,48% na semana e o IMA-B Total subiu 0,83%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 10 de maio, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,04% em 2019, como na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,50%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,45%, frente a 1,49% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,75 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 83,29 bilhões em 2019, frente a US$ 82 bilhões na última pesquisa e de US$ 84,36 bilhões em 2020, frente a US$ 85 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação de nova estimativa do PIB do primeiro trimestre de 2019, da produção industrial em março e de nova estimativa da inflação do consumidor em abril.

Nos EUA, teremos a divulgação das vendas no varejo e da produção industrial em abril.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação, a ata da última reunião do Copom e o IBC-Br de março.

No exterior, o evento mais importante da semana será a divulgação de nova estimativa do PIB do primeiro trimestre da zona do euro, além do acompanhamento próximo da “guerra” comercial EUA x China. E no Brasil será a ata da última reunião do Copom, em que a manutenção da taxa Selic em 6,50% foi decidida, além das tratativas das reformas.

Em relação às aplicações dos RPPS, aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –10/05/19

Índices de Referência –Abril/2019

NOSSA VISÃO – 06/05/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, foi divulgado que o PIB do primeiro trimestre de 2019 cresceu 0,4% em relação ao trimestre anterior e 1,2% na base anual, resultado que superou as expectativas dos economistas.  Já a taxa de desemprego foi de 7,7% em março, a menor já registrada desde setembro de 2008.

Quanto á inflação do consumidor, a estimativa inicial apontou um avanço de 1,7% na base anual, acelerando depois da alta de 1,4% registrada em março.

Nos EUA, os gastos dos consumidores subiram significativamente em março marcando o maior aumento mensal em quase dez anos. A alta foi de 0,9% no mês, após ter subido apenas 0,1% em fevereiro.

Conforme o Departamento do Trabalho, em abril foram geradas 263 mil novas vagas de trabalho não rural, quando a estimativa era de 190 mil. A taxa de desemprego, que era de 3,8% em março caiu para 3,6% no mês seguinte, a menor taxa desde dezembro de 1969.

Em sua reunião na semana passada, o FED decidiu manter inalterada a taxa básica de juros na faixa entre 2,25% e 2,50%, o que já era totalmente esperado.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi mais de altas novamente. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 0,79%, o FTSE-100, da bolsa inglesa caiu 0,64%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana, por sua vez, subiu 0,20%, enquanto o Nikkey 225, da bolsa japonesa ficou estável.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S subiu 063% em abril, depois de ter registrado avanço de 0,65% em março. O IPC-Fipe, por sua vez, subiu 0,29% em abril, depois de ter subido 0,51% em março.

Conforme o IBGE, a produção industrial em março caiu 1,3% frente a fevereiro, conforme as estimativas mais pessimistas. Já a taxa de desemprego subiu para 12,7% no trimestre encerrado em março, com 13,4 milhões de pessoas sem trabalho.

Para a bolsa brasileira, foi também uma semana de leve baixa. O Ibovespa caiu 0,24% nesse período. No ano a variação positiva é de 9,24% e em doze meses de 15,51%. O dólar, por sua vez, subiu 0,09% na semana e o IMA-B Total subiu 0,58%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 03 de maio, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,04% em 2019, frente a 4,01% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,50%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,49%, frente a 1,70% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,75 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, frente a R$ 3,79 na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 82 bilhões em 2019, como na última pesquisa e de US$ 85 bilhões em 2020, frente a US$ 84,68 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação das vendas no varejo em março e a ata da última reunião do BCE.

Nos EUA, teremos a divulgação da inflação do consumidor em abril.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação, o IPCA de abril, as vendas no varejo em março e será realizada nova reunião do Copom.

No exterior, o evento mais importante da semana será a divulgação da ata da última reunião do BCE e no Brasil será a realização de nova reunião do Copom, em que a manutenção da taxa Selic em 6,50% é esperada.

Em relação às aplicações dos RPPS, aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários -03/05/19

Índices de Referência -Março/2019